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União de comunidades PHP

https://i2.wp.com/upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/9/9a/Crystal_Clear_mimetype_source_php.png

“Caros Desenvolvedores PHP do Brasil: há alguns meses, sentindo a necessidade de uma comunidade de PHP mais formal e unificada, alguns coordenadores de grupos regionais brasileiros se reuniram em torno de uma idéia. Nascia assim o PHP Brasil Comunidades, um grupo advindo da necessidade de união das diversas comunidades regionais e que busca criar um movimento uníssono de divulgação e propagação do PHP no Brasil e representar a comunidade brasileira mundialmente.

O grupo que hoje conta com 19 representações (PHP-AL, PHPAM, PHPDF, PHP Fortaleza, GOPHP, PHPES, PHPMG, PHPMS, PHP Pai d´Égua, PHPRS, PHPSC, PHPSP, OPHPEN, ProPHP, PHP Magazine, PHPPR, bauru-php, PHPCE e PHP-PB ) tem como foco principal a criação e apoio a eventos, fóruns, comunidades e outros meios que possam vir a fortalecer a linguagem ou capacitar desenvolvedores, em poucos meses de existência já representou, através de um dos seus membros, a comunidade brasileira na PHP/Zend Conference 2008, além de apoiar e atuar em eventos como o CONAPHP – Congresso Nacional de PHP que será realizado no CONISLI e o COLAPHP – Congresso Latino Americano de PHP que será realizado no Latinoware.

Certos de que a comunidade crescerá cada vez mais com a união de todos os seus membros, convocamos todos os coordenadores de comunidades que ainda não fazem parte do nosso grupo a juntarem-se a nós neste empreendimento que partiu da união de todos. Entre em contato conosco através do email administradores@php.org.br e participe desta corrente de força em prol do PHP no Brasil. Mais informações em: http://www.php.org.br/”

Enviado por Bruno “PorKaria” (porkariaΘgmail·com) – referência (php.org.br).

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Rixa entre Oxford e Cambridge é levada para iTunes

http://www.geek.com.br/modules/noticias/ver.php?id=39816&sec=6

15/10/2008 06:10 – 892 exibições
Rixa entre Oxford e Cambridge é levada para iTunes
A rivalidade histórica entre as universidades Oxford e Cambridge dura séculos e agora foi levada para a plataforma da Apple, iTunes.

Agora, a competição que já disputou prêmios Nobel e cadeiras de primeiro ministro britânico, se estende também pelo iTunes em forma de podcast, noticiou o site The Guardian.

As universidades estão disponibilizando, simultaneamente, cerca de 450 horas de registros em áudio e vídeo, entre eles palestras, filmes e guias que podem ser baixados por qualquer usuário e gravado em um tocador portátil, como o iPod, por exemplo.

Com isso, as tradicionais universidades esperam mostrar a qualidade de seu ensino e trazer novos estudantes. Ambas as universidades negam que o lançamento simultâneo se transforme em uma corrida pela preferência no iTunes, se limitando a afirmar que estão se abrindo para uma audiência mais ampla.

O portal iTunesU pode ser acessado pelo programa da Apple em “Podcast”, por enquanto indisponível para o público brasileiro, e mais detalhes a seu respeito podem ser vistos em apple.com/education/itunesu

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MahaloDaily.com, mais um programa do youtube

Welcome to the September 12th edition of This Week in YouTube with Leah D’Emilio and Lon Harris. Today, this hosting duo reports on Oasis’ Noel Gallagher’s assault in Toronto, the aftermath, or lac…

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P4P: o “Cavalo de Tróia do P2P”?

reblogado do remixtures.com e Publicado 25 Ago 08

Réplica do Cavalo de Tróia

Uma das novas buzzwords no campo das tecnologias de partilha de ficheiros chama-se P4P (Proactive Network Provider Participation for P2P), uma tecnologia desenvolvida por investigadores da Universidade de Yale e de Washington que muitos ISPs estão a tentar aperfeiçoar de modo a acabar com os congestionamentos das suas infra-estruturas de rede provocados pelos protocolos de P2P que – apesar do crescimento do streaming de vídeo – ainda consomem boa parte da largura de banda disponível.

Como eu referi aqui em Março passado, a vantagem aparente do P4P é que ele faz com que qualquer aplicação de partilha de ficheiros se ligue prioritariamente aos pares situados mais próximos de nós em termos geográficos durante as transferências de dados, em vez do modo semi-aleatório de ligação do BitTorrent via P2P convencional. Como é óbvio, isto representa enorme economias de custos para os fornecedores de acesso à Internet uma vez que o tráfego local é bastante mais barato do que aquele que sai fora da rede.

Depois de um primeiro teste realizado em Fevereiro desde ano organizado pela operadora de telecomunicações norte-americana Verizon e o ISP espanhol Telefónica que registou ganhos de eficiência no P2P de 50 por cento e um aumento médio da velocidade de downloads na ordem dos 60 por cento – tendo mesmo em certos casos sido registados aumentos de 200 por cento -, em Junho voltaram a ser realizados novos testes, desta vez com a participação da Verizon e da Comcast e apesar de não terem sido divulgados quaisquer resultados, parece que a experiência correu tão bem que os investigadores já pensam em realizar uma nova ronda de testes, mas desta vez centrada no streaming de vídeo em tempo real via P2P.

Na semana passada, os investigadores da Universidade de Yale e da Universidade de Washington apresentaram os seus mais recentes resultados sob a forma de um artigo científico onde explicam mais em pormenor o modo de funcionamento desta tecnologia.

À partida, o P4P parece ser uma solução milagrosa para um problema que atormenta muitos ISPs: como lidar com esse devorador de largura de banda chamado BitTorrent? Mas o rol de inconvenientes desta solução começa quando nos damos conta de que ela exige um certo grau de colaboração entre os ISPs e os programadores de P2P de modo a que os primeiros possam comunicar ao cliente de partilha de ficheiros qual o caminho mais rápido para chegar aos conteúdos e manter o tráfego dentro da sua rede, nota Thomas Mennecke da Slyck.

Para tal, cada operador necessita de manter um iTracker, um servidor encarregado de controlar o grau de congestionamento de uma rede e que se encontra directamente ligado ao cliente de P2P sempre que é efectuado um pedido de um ficheiro. É o remédio santo para acabar com todos os congestionamentos. Mas a que custo?

Mais importante do que isso, há quem esteja bastante desconfiado com as verdadeiras intenções do grupo de trabalho e a organização por detrás do P4P, a Associação da Indústria de Computação Distribuída (DCIA). Esta entidade foi criada em 2002 por uma série de fornecedores de acesso à Internet, empresas de desenvolvimento de software P2P, bem como por vários importantes fornecedores de conteúdos como estúdios de Hollywood e produtoras de televisão (Walt Disney, Sony Pictures, AOL Time Warner, Vivendi Universal, Metro-Goldwyn-Mayer, Viacom e News America) com o propósito declarado de encontrar medidas técnicas capazes de limitar o tráfego peer-to-peer não autorizado, como alerta o Ernesto do Torrent Freak.

Segundo ele, as razões para torcer o nariz ao P4P não acabam por aqui. Tendo em conta que os utilizadores do P4P terão mais probabilidades de partilhar com pares locais, enquanto que os utilizadores de P2P convencional partilham com todos, existem motivos suficientes para suspeitar que a tecnologia poderá diminuir a velocidade das transferências de todos os utilizadores que empregarem clientes não compatível ou que estão ligados a ISPs que não suportam o P4P. Na prática, isto compromete gravemente os princípios da neutralidade da rede. Será que o P4P ainda vai acabar por ser o “Cavalo de Tróia” do P2P, a arma secreta dos ISPs para acabar com todas as partilhas de conteúdos não autorizados e criar ambiente seguro, controlado, asséptico e “aceitável”? Para um contra-argumento, leiam a posição do Janko Roettgers no P2P Blog que considera que o P4P pretende ser apenas uma entidade neutral

 

Nota: a imagem que acompanha este artigo está disponível aqui segundo uma licença CC-BY-NC-ND 2.0 e pertence a GoGap.

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HyperDIY, “o 1º serviço de substituição de uma editora discográfica”

reblogado do remixtures

Nunca consigo deixar de me supreender sempre que surge uma empresa com um modelo de negócio que parece ir ainda mais longe do que se pensava que era possível no que diz respeito à desintermediação do circuito produtivo da música. Através do Digital Noise, fiquei a conhecer uma empresa chamada HyperDIY Media criada por dois músicos londrinos, Dwan Firth e Richard Godbehere, que se propõem a fornecer o “primeiro serviço de substituição de uma editora discográfica” do mundo.

Basicamente, eles comprometem-se a tratar de toda uma série de serviços que são normalmente abrangidos num contrato discográfico tradicional: desde a promoção à distribuição de um disco, passando pela mixagem/masterização, produção de vídeos, impressão de CDs, criação de MP3s, etc. Em troca, as bandas ou os músicos apenas têm que desembolsar uma quantia fixa. Assim, os artistas só têm que se preocupar com o essencial: compor, gravar e tocar.

Por enquanto, eles apenas estão a aceitar trabalhos de artistas residentes no Reino Unido e nos Estados Unidos, mas a intenção deles é alargar a companhia a outros territórios. Por 299 libras ou 579 dólares (cerca de 385 euros), eles comprometem-se a tratar da masterização de um máximo de 12 músicas de modo a que o som das faixas esteja ao nível de um disco com qualidade profissional, imprimir o disco num CD-R com capa e tudo, distribuir o CD através da rede de distribuição online e offline da CDBaby, colocá-lo à venda na Amazon UK, distribuir versões digitais dos temas a lojas online como a do iTunes, produzir um press-release profissional, enviar um kit electrónico de media a uma série de profissionais/executivos da indústria discográfica e a jornalistas especializados.

Se isto parece fruta a mais, então fiquem a saber que todas as receitas geradas com o disco vão para os músicos. A HyperDIY apenas se reserva o direito de cobrar 10 por cento das vendas do CD realizadas através da Amazon UK para pagar as depesas de funcionamento. Isto vai contra todas as normas convencionais na indústria discográfica, onde as editoras se propõem a avançar com adiantamentos mas cobram em troca percentagens enormes sobre as receitas derivadas das vendas dos discos. Regra geral, as bandas acabam endividadas para o resto da vida.

De qualquer forma, para quem tem receio de entrar com uma quantia razoável, eles oferecem um pacote básico chamado Appetizer (“Aperitivo”) que dá a oportunidade de experimentar o serviço. Por apenas 99 libras ou 195 dólares (cerca de 130 euros), eles encarregam-se de masterizar uma música, distribuí-la através da loja online do iTunes e da Amazon, produzir um kit electrónico de media e elaborar press-release profissional. Quem quiser ir mais longe pode optar por pacotes mais avançados.

O serviço da HyperDIY é também interessante na medida em que eles aceitam todas as bandas independentemente da sua qualidade. Não se trata de impor filtros mas sim disponibilizar às bandas condições para divulgarem ao público o seu trabalho nas melhores condições possíveis.

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Google Apps fora do ar? e o google sai do ar?

from geek.com.br

08/08/2008 08:08 – 2054 exibições

Confusão bloqueia vida virtual de usuário pagante do aplicativo Google Apps. Problema foi resolvido após alguns dias, mas levanta a questão de dependência dos serviços de uma só empresa e lança dúvidas sobre o modelo “Software as a Service”.

Hoje muitos usuários mantém suas vidas online em produtos da empresa Google. Email, processador de texto online, comunicador instantâneo, calendário online e armazenamento de fotos são apenas alguns dos serviços oferecidos, mas um evento recente levanta a questão da dependência e aposta nas soluções de uma única empresa, ou ainda no armazenamento em um único lugar.

O debate começou com um evento isolado: Nick Saber, presidente da CrossTech Media, voltava do almoço na segunda-feira quando tentou se conectar novamente à sua conta no Gmail. Um aviso mostrou que isto não seria possível, já que sua conta havia sido bloqueada. Por usar um mecanismo único de autenticação, isso significava que Saber estaria sem acesso a qualquer uma das aplicações web da empresa, chamadas Google Apps.

Segundo o blog Boing Boing, o executivo, que pagava por uma conta avançada nos serviços, enviou um email à Google e recebeu como resposta a informação de que uma investigação havia sido realizada sem sucesso e que nenhum outro detalhe poderia ser dado.

O assunto que gerou comoção na web, felizmente teve solução, mesmo que demorada. Em contato com o usuário, a Google explicou que sua conta havia sido bloqueada por questões de segurança e uma cobrança suspeita de US$ 490,30, realizada pelo serviço de pagamento online “Google Checkout”, conforme pode ser lido no blog de Chris Brogan, colega de trabalho de Nick Saber e que cobriu todo o caso em seu site.

Muitos dos leitores do site Gizmodo criticaram a notícia, chamando-a de sensacionalista e afirmando que este foi um caso isolado. Contudo, a preocupação é válida e serve de aviso para que pessoas não depositem toda sua vida em apenas um espaço.

Em janeiro de 2007, por exemplo, noticiamos que alguns usuários do Gmail reclamavam de ter suas contas esvaziadas sem qualquer aviso prévio. Uma investigação posterior da Google revelou que aproximadamente 60 contas haviam sido afetadas e que partes dos dados puderam ser, enfim, restaurados. Na época, alguns sites mais compreensivos alegaram que o Gmail ainda está versão beta e, por isto, erros deste tipo podem ser explicados.

Ainda assim, nossa sugestão de mais de um ano continua a mesma. É possível ativar o recurso POP do Gmail para receber cópias de suas mensagens no computador, para que quando algo assim aconteça o usuário não perca material importante. Quanto aos outros serviços, há também a possibilidade de exportar seu conteúdo para arquivos e programas locais, sem a necessidade de mantê-los apenas no servidor.

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Alfândegas dos aeroportos poderão passar a destruir iPods

Re:blogado do Remixtures

A arma secreta da indústria discográfica e cinematográfica para travar por todas as formas a partilha de ficheiros – tanto online como offline – dá pelo nome de “Acordo de Comércio Anti-Contrafacção” (ACTA) e consiste num acordo comercial de âmbito internacional que se encontra a ser negociado entre representantes dos Estados Unidos, Comissão Europeia, Japão, Suiça, Canadá, Austrália, Coreia do Sul, México e Nova Zelândia.

Um dos pontos mais polémicos deste acordo secreto é o facto de conceder autoridade aos funcionários das alfândegas para revistarem computadores portáteis, iPods e outros dispositivos em busca de conteúdos potencialmente ilegais, bem como para confiscar e destruir equipamento sem que tenham sequer de obter uma queixa de um detentor de direitos. Mais ainda, os cartéis da Propriedade Intelectual querem também aplicar sanções criminais – e não apenas civis – a partilha online de ficheiros sem autorização dos titulares de direitos, equiparando-a assim de facto à pirataria com fins comerciais utilizando como justificação o argumento completamente falacioso de que se tratam ambas de práticas que prejudicam de igual modo o detentor de direito.

Para além de todo o processo de negociação da ACTA ter decorrido até agora em total secretismo – e se não fosse uma alma caridosa ter feito chegar anonimamente à Wikileaks o documento da proposta, a opinião pública mundial não teria tido qualquer conhecimento dele -, tudo foi feito de modo a deixar de fora os países periféricos que representam a maioria da população do globo e que seguem políticas que muito desagradam às editoras, estúdios de cinema, farmacêuticas e outras indústrias que dependem dos direitos de autor e das patentes.

A última reunião no âmbito das negociações sobre a ACTA está a decorrer desde terça-feira em Washington, nos Estados Unidos, e termina hoje. Como é costume, a Wikileaks já tem disponível uma cópia do memorando (via Slashdot) que serve de base à agenda da reunião. O texto foi redigido pelas indústrias do direito de autor, patentes e marca registada e tem como destinatários os representantes dos países que participam na mesa das negociações. Confirmando o que já se receava, o texto integra uma série de recomendações de modo a aplicar as leis de propriedade intelectual nas alfândegas.

Em concreto, estas indústrias exigem um controlo mais apertado dos artigos de modo a detectar contracções ou material pirateado e querem que as autoridades alfandegárias coloquem os titulares de direitos a par de toda a informação relevante que possa servir para iniciar investigações privadas. Como se isto não fosse suficiente, pedem ainda não só a apreensão dos produtos como também a sua destruição.

A primeira vez que eu fiquei a par da ACTA pensei que fosse apenas uma ideia estrambólica fruto da imaginação totalitária das indústrias de conteúdos. Mas infelizmente não é. As editoras querem mesmo obrigar as alfândegas dos aeroportos a revistar os iPods dos viajantes para verificar se contêm música descarregada ilegalmente, como se depreende de uma notícia publicada esta semana pelo site australiano News.com.au segundo a qual o gabinete do ministro dos negócios estrangeiros da Austrália Stephen Smith confirmou que o seu governo é um dos países que integra as negociações relativas a um acordo internacional. A peça não refere mas tudo indica que se trate de facto da ACTA.

Quem tiver música pirateada no seu leitor de MP3 arrisca-se ao pagamento de pesadas multas e até mesmo a penas de prisão. Caso esta medida venha de facto a ser aprovada, isto irá desencadear um enorme quebra-cabeças logístico: como é que será possível determinar quais as músicas que são ilegais e as que foram legalmente copiadas pelo utilizador da sua discoteca de CDs? Pensem no tempo interminável que os funcionários das alfândegas irão perder a revistar iPods, telemóveis, computadores portáteis!! É claro que uma solução mais “fácil” para as alfândegas e bem mais favorável às editoras será pura e simplesmente estatelar ao chão todos os gadgets que contenham pelo menos uma música suspeita… Bem vindos ao Big Brother da vida real! E não, isto não é uma brincadeira! Isto é o que os políticos dos maiores países do mundo – entre os quais os Estados-membro da União Europeia – andam a tentar implementar nas costas de todo o mundo enquanto nós nos entretemos com os futebóis, as telenovelas, os Morangos com Acúcar e as Floribelas. Informem-se e passem a mensagem antes que seja tarde de mais. Depois, não digam que ninguém vos avisou.

Nota: a imagem que acompanha este artigo está disponível aqui segundo uma licença CC-BY-NC 2.0 e pertence a Amit Gupta.

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