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Rixa entre Oxford e Cambridge é levada para iTunes

http://www.geek.com.br/modules/noticias/ver.php?id=39816&sec=6

15/10/2008 06:10 – 892 exibições
Rixa entre Oxford e Cambridge é levada para iTunes
A rivalidade histórica entre as universidades Oxford e Cambridge dura séculos e agora foi levada para a plataforma da Apple, iTunes.

Agora, a competição que já disputou prêmios Nobel e cadeiras de primeiro ministro britânico, se estende também pelo iTunes em forma de podcast, noticiou o site The Guardian.

As universidades estão disponibilizando, simultaneamente, cerca de 450 horas de registros em áudio e vídeo, entre eles palestras, filmes e guias que podem ser baixados por qualquer usuário e gravado em um tocador portátil, como o iPod, por exemplo.

Com isso, as tradicionais universidades esperam mostrar a qualidade de seu ensino e trazer novos estudantes. Ambas as universidades negam que o lançamento simultâneo se transforme em uma corrida pela preferência no iTunes, se limitando a afirmar que estão se abrindo para uma audiência mais ampla.

O portal iTunesU pode ser acessado pelo programa da Apple em “Podcast”, por enquanto indisponível para o público brasileiro, e mais detalhes a seu respeito podem ser vistos em apple.com/education/itunesu

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[Geek] Richard Stallman critica softwares on-line

Re:blogado de –> http://magaiver.blig.ig.com.br

Quantos documentos e dados importantes você armazena em serviços como Yahoo, Hotmail, Gmail, Zoho, entre outros? Você confia 100% nessas empresas? Richard Stallman afirma que não. O guru máximo do movimento do software livre deu uma desancando a chamada computação em nuvem:

“É estupidez. É pior que estupidez: é uma campanha de marketing deslumbrado. Alguém está dizendo que (a computação em nuvem) é inevitável – e toda vez que você ouve alguém dizendo isso, é muito provável que haja uma estratégia de negócios em processo para tornar a ideia verdadeira”.

E completa:

Uma razão para evitar aplicações web é que você perde controle. É tão ruim quanto usar um programa proprietário. Trabalhe no seu próprio computador, com sua própria cópia de um software que respeite a liberdade. Se você usa um programa proprietário num servidor de outra pessoa, você está indefeso. Está nas mãos de quem quer que tenha desenvolvido o software.

O site , sugerindo que já há um movimento para levar o software livre para a área da computação em nuvem. Por exemplo, em vez de usar o Twitter, você pode optar pelo Identi.ca. Entre tantos outros serviços que já indicamos ao longo de um ano de Magaiver. Sem falar que a maior parte dos aplicativos on-line deixa seus códigos disponíveis para serem usados e alterados pelos usuários (as famosas APIs).

Tendo a concordar tanto com Stallman quanto com o Ars Tecnica. Mas é bom lembrar que, mesmo que usemos software livre, poucos de nós temos a capacidade de criar um serviço de hospedagem próprio.

Ou seja: nossos dados ainda estariam nos servidores da Locaweb, do Media Temple, ou qualquer uma dessas “hospedagens proprietárias”. Pior: boa parte dos principais usuários do Gmail, por exemplo, nem sequer sabe do que estamos falando aqui.

Portanto, acho que a luta de Stallman precisa estar não só no nível da criação de aplicativos livres. Para os não-geeks, ainda precisamos de gente traduzindo, explicando e ensinando como usar coisas muito básicas, como as leis e os direitos do consumidor.
enviada por eduf

http://magaiver.blig.ig.com.br/2008/09/19194744.html

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Pirate Bay cai na ratoeira de cadeia de televisão e boicota media tradicionais

reblogado do – http://feeds.feedburner.com/~r/remixtures/~3/391446857/

“Toda a forma de censura é ignóbil. Ponto final.” Este tem sido desde sempre o lema dos administradores do Pirate Bay desde a criação do popular tracker sueco de BitTorrent em 2003. Contra ventos e marés, em oposição a poderosos conglomerados transnacionais, esta inflexibilidade dos “piratas suecos” na sua posição em relação à liberdade de expressão tem gerado muitas agruras para os lados da “Baía dos Piratas”.

A única concessão à censura e à filtragem diz exclusivamente respeito àqueles conteúdos que à luz da lei sueca sejam considerados explicitamente ilegais, como as imagens de pedofilia. Quanto ao resto, a posição de Peter Sunde, o porta-voz oficial do site, tem sido a mesma que já Voltaire defendia no século XVIII: “Não concordo com uma única palavra do que dizeis, mas defenderei até à morte o vosso direito de dizê-lo.”

Como os media tradicionais não captaram bem ainda as reais implicações desta frase, eles continuam a fazer tudo por tudo para restituir o seu mundo pré-Web compostos de filtros, porteiros, intermediários, barreiras e muros de toda a espécie para criar uma sensação artificial de segurança. Desta feita, uma estação de televisão local decidiu montar uma armadilha visando deliberadamente encurralar Peter Sunde, o porta-voz do Pirate Bay, e denegrir a imagem do site aos olhos da opinião pública sueca.

A razão por que um órgão de comunicação social com uma missão “informativa” – logo, supostamente regido por uma deontologia profissional que coloca em primeiro lugar a “objectividade” jornalística – decidiu tramar o Pirate Bay afigura-se de fácil apreensão se percebermos um pouco mais os contornos deste escândalo.  Em primeiro lugar e por mais que os jornalistas e executivos da indústria da televisão se recusem a admiti-lo, a verdade é que são muitos aqueles que se sentem ameaçados por um grupo de hackers suecos dispostos a quebrarem o monopólio da comunicação ao permitirem que qualquer um difunda livremente e sem quaisquer entraves textos, sons, imagens, vídeos, software, etc.

Em segundo lugar e não obstante os grandes media se atribuírem a si próprios a função de guardiões da moral pública, porque as televisões se alimentam de escândalos, de sensacionalismos e da devassa da intimidade de estranhos. Em especial, quando este caldeirão diz respeito à violência ou a actos sexuais contra crianças. Ora, foi justamente isto o que aconteceu nesta armadilha montada para espezinhar o Pirate Bay. Como retaliação, os piratas suecos decidiram boicotar todos os contactos com os media tradicionais.

No início de Agosto, alguém fez o upload de um torrent de umas fotos da autópsia de dois bebés assassinados em Março passado na localidade sueca de Arboga, localizada no sudeste do país. O caso que gerou uma comoção de enormes proporções junto da opinião pública sueca – em parte porque o pai das crianças foi erroneamente acusado e detido -, tem enchido desde há vários meses as manchetes dos jornais nacionais.

O pai das crianças solicitou então aos administradores do Pirate Bay que estes removessem o torrent associado às imagens do site. Mas estes, fazendo juz aos seus princípios contra qualquer forma de censura, recusaram aceder ao pedido. Isto gerou uma enorme repercussão nos media tradicionais que aproveitaram para transmitir a mensagem de que os piratas suecas não passam de um bando de mal encarados, gente sem escrúpulos e sem sentimentos, niilistas, desumanos, adoradores de Satanás, etc.

Mas como eu já referi, os únicos casos em que o Pirate Bay admite censurar conteúdos é quando se trata de material considerado ilegal pela lei sueca. Acontece que na Suécia existe uma lei que exige que a partir do momento em que um inquérito criminal é encerrado todos os documentos relativos a ele sejam tornados públicos. Embora as autoridades não divulgam online por sua conta e risco esses dados, qualquer cidadão pode fazê-lo se solicitar uma cópia. Foi precisamente isto que aconteceu nesta situação quando um desconhecido publicou um torrent para o Pirate Bay com esses ficheiros, motivado por vá-se lá saber que tipo de curiosidade mórbida ou até – quem sabe? – pelo desejo de deixar os administradores do site em maus lençóis… 

Esta semana, Peter Sunde foi convidado a participar num talkshow da TV4. Segundo ele contou mais tarde no seu blog pessoal, a jornalista garantiu-lhe que o objectivo do programa seria apenas debater a polémica à volta destes assassinatos, a política de divulgação pública de documentos sobre investigações policiais e a censura e liberdade de expressão na Internet. Pressentindo que o programa poderia ser uma mera oportunidade para acicatar ainda mais os ânimos exaltados de ambas as partes, Sunde especificou à jornalista que apenas estaria presente se o pai das crianças não estivesse presente.

Mas como toda a gente sabe, a ética e a deontologia jornalística não passam hoje em dia de palavras vãs para sossegar as mentes moralistas. Na quinta-feira à noite. o programa começou logo com um frente-a-frente de Sunde com o pai das crianças que se fez estar virtualmente presente através de uma videoconferência onde afirmou sentir-se ofendido pela resposta enviada pelo Pirate Bay via email. De seguida, o apresentador do debate perguntou a Sunde o que é que ele gostaria de dizer ao pai.

A resposta da “Baía dos Piratas” a esta ultrajante falta de palavra não se fez esperar: “Devido ao último dos órgãos de comunicação social de referência ter-se mostrado ontem à noite incapaz de cumprir com a palavra dada, decidimos suspender todos os nossos contactos actuais com a imprensa.” Com efeito, outra coisa não seria de esperar por parte do Pirate Bay. Retirar o torrent associado àquelas fotos do site – por mais atrozes que elas sejam – nunca iria impedir a sua disseminação viral pela Web. Muito pelo contrário, apenas serviria para aumentar o interesse pelas imagens, como aliás aconteceu desde que os media tradicionais decidiram empolar toda esta situação, sequiosos que são por mais e mais audiências.

Mais ainda, a remoção de conteúdos tendo como único critério de conduta o respeito pela dignidade dos outros e o sentido de moralidade constituiria um precedente óbvio que daria muito jeito para os poderes instituídos noutras situações futuras.

Nota: a imagem que acompanha este artigo está disponível aqui segundo uma licença CC-BY-NC-SA 2.0 e pertence a seanbonner

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Never before seen Video of WTC 9/11 attack

we always remember!!!!

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Roomba controlled by Wii Balance Board

Roomba controlled by Wii Balance Board
“Ron” Tajima’s Wii Balance Board Roomba looks like a fun way to clean the carpet. The idea is that you surf on the Balance Board, leaning forward or back to steer the robot. The video is a little short on details, but he’s using a laptop to read the bluetooth data from the Balance Board and then send control signals to the Roomba bluetooth adapter.

Blogged with the Flock Browser

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Afinal, qual é o lugar da autoria na rede?

http://www.cronopios.com.br/site/internet.asp?id=3490

Por Fábio Oliveira Nunes

Quando a rede Internet torna-se popular no final do século XX –
oriunda da gradual abertura da estrutura descentralizada e militar da
rede americana ARPANet – configura-se um espaço aberto para todos
aqueles que até então estavam distantes do crivo hegemônico. Quer
difundir sua produção? Coloque-a na Internet, oras. Inicialmente, a
rede era propícia apenas para a divulgação de elementos textuais ou
com algumas imagens fixas de baixíssima resolução. Com a expansão da
banda larga aos usuários comuns, a rede tornou-se também o lugar de
todas as demais linguagens contemporâneas passíveis de estarem no
domínio digital, tais como, animações e vídeos com resoluções e
duração cada vez maiores.

No evento Cartografia Web Literária, realizado duas semanas atrás no
SESC Consolação, em São Paulo, com o apoio do site Cronópios, do qual
participei em uma produtiva mesa sobre as interfaces poéticas na web,
entre as questões recorrentes (e não apenas nesta mesa) está um
sentimento de inquietação de uma legião de autores que nasceram sob
uma espécie de limbo tecnológico – uma preocupação existencial que se
esboça a cada texto disposto na rede. O fato é que esse autor se
localiza em uma indeterminação de pensamentos ora contraditórios, ora
conflitantes – entre a necessária divulgação e a necessidade de
inserção em um mercado restrito, entre querer ser reconhecido, mas não
poder publicar na rede seus melhores ou recentes textos sob o risco de
ser sumariamente copiado.

A primeira resposta para o autor de conteúdos divulgados através da
rede é pensar que o maior de todos os valores é a difusão. Como bem
pontua o pensador americano John Perry Barlow em seu célebre e
pioneiro texto – de 1994! – sobre a economia em tempos de rede, Vender
vinho sem garrafas: a informação não pode ser vista pela ótica
simplista da mercadoria já que a informação torna-se mais valiosa à
medida que é difundida, quanto mais acesso, mais valor. Já a
mercadoria, limitada sob o prisma do mercado, ganha valor quando é
cada vez mais desejada, ganha valor na condição de escassez. Com a
rede, os autores caíram em si sobre algo que há muito tempo, a arte
conceitual já tinha encarado: a desmaterialização.

No fundo, antes da rede, nunca se vendeu simplesmente poemas: sempre
se venderam livros, mercadorias fisicamente tangíveis. Mesmo na
questão de direitos de autor, o que se protegia era o livro e não as
idéias, os conceitos ali presentes: estes sempre foram universais e
gratuitos. Mas, com a digitalização, perdemos os continentes e ficaram
apenas os conteúdos: não precisamos como antes do livro, da fita, do
CD ou do DVD, já estão todos trafegando como dados que vão
ricocheteando pelos cafundós do planeta (mesmo que se materializem
eventualmente em algum nó por aí). O que temos são dados que querem
ser lidos, querem se reproduzir e como seres vivos em busca de
oxigênio – contornam-se das ameaças ao seu livre trânsito e emergem.
Os dados são como as idéias. Mas pouquíssimas pessoas ainda entenderam
isso.

As empresas de software lidam com essa desmaterialização e ao mesmo
tempo ainda mantêm estruturas arcaicas de lidar com os problemas de
propriedade intelectual. E mesmo a opinião pública, ainda está muito
aquém: um projeto de um senador brasileiro sobre “segurança na rede
Internet” trouxe a tona a discussão sobre a possibilidade de
considerar crime o uso de programas compartilhadores de redes
Peer-to-Peer (P2P). Os programas P2P conectam computadores a
computadores em diversas redes de compartilhamento de arquivos e podem
promover uma difusão ainda mais democrática do que via WWW (interface
gráfica a qual estamos acostumados via navegador web, que requer um
servidor para suas páginas) – ainda que uma grande parte dos conteúdos
seja discutível.

Quando se coloca a difusão como elemento-chave, aparecem outras
soluções possíveis. No Cartografia Web Literária, se falou um pouco
sobre Copyleft – um substituto a altura da Copyright para a fluidez
que invariavelmente corre nas redes. Trata-se de uma licença que
difere da idéia de domínio público: limita o uso privado e pode
possibilitar modificações e distribuição. Softwares que não limitam
seu código fonte podem ser melhorados por outros programadores. Nesta
ótica, poemas também poderão ser melhorados por outros poetas. A rede
é o espaço para situações de colaboração que vão ser justapostas a uma
velha noção de autor e que, ao mesmo tempo, libertam as idéias da
ditadura da mercadoria, sem qualquer crise existencial.

http://www.cronopios.com.br/site/internet.asp?id=3490


Fabianne Balvedi
GNU/Linux User #286985
http://fabs.tk
“Mas quando eu crescer não dá, porque aí eu
não vou mais gostar de desenhos animados…”
Eu, com 7 anos de idade, argumentando com
meus pais sobre minha urgência em aproveitar
a infância para poder apreciar animações.
Que pequena preconceituosa era eu.

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Lista de Discussão do Estúdio Livre
portal colaborativo  -> http://www.estudiolivre.org/
sobre esta lista -> http://lists.riseup.net/www/info/estudiolivre

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GUERNICA EM 3D

 Guernica é um painel pintado a óleo com 782 x 351 cm, que Pablo Picasso apresentou em 1937 na Exposição Internacional de Paris.
A tela, em preto e branco, representa o bombardeamento sofrido pela cidade espanhola de Guernica em 26 de abril de 1937 por aviões alemães, atualmente exposta no Museu de Arte Rainha Sofia, em Madrid.
O pintor, que morava em Paris na altura, soube do massacre pelos jornais e pintou as pessoas, animais e edifícios destruídos pela força aérea nazista  tal como os viu na sua imaginação..
Agora uma artista nova-iorquina, Lena Gieseke, que domina as mais modernas técnicas de infografia digital, decidiu propor uma versão 3D da célebre obra e colocá-la na net sob a forma de um vídeo .
O resultado é fascinante e permite-nos visualizar detalhes que de outro modo nos passariam despercebidos. O site oficial do vídeo está em http://www.lena-gieseke.com/guernica/guernica_v03.swf  quando termindar de assistir é só ir em salvar página que ele vai salvar o arquivo .swf do vídeo, em qualidade melhor do que a do youtube que tá aí em baixo.

 

da lista [vjbr]

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