Arquivo do mês: agosto 2008

Os Trapalhões, pra animar o fim de semana…

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GUERNICA EM 3D

 Guernica é um painel pintado a óleo com 782 x 351 cm, que Pablo Picasso apresentou em 1937 na Exposição Internacional de Paris.
A tela, em preto e branco, representa o bombardeamento sofrido pela cidade espanhola de Guernica em 26 de abril de 1937 por aviões alemães, atualmente exposta no Museu de Arte Rainha Sofia, em Madrid.
O pintor, que morava em Paris na altura, soube do massacre pelos jornais e pintou as pessoas, animais e edifícios destruídos pela força aérea nazista  tal como os viu na sua imaginação..
Agora uma artista nova-iorquina, Lena Gieseke, que domina as mais modernas técnicas de infografia digital, decidiu propor uma versão 3D da célebre obra e colocá-la na net sob a forma de um vídeo .
O resultado é fascinante e permite-nos visualizar detalhes que de outro modo nos passariam despercebidos. O site oficial do vídeo está em http://www.lena-gieseke.com/guernica/guernica_v03.swf  quando termindar de assistir é só ir em salvar página que ele vai salvar o arquivo .swf do vídeo, em qualidade melhor do que a do youtube que tá aí em baixo.

 

da lista [vjbr]

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Ativista’s style 1.0 – Quéops Negão e Ruiz

o sapato do ruiz

kéops na “loja delas”

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P4P: o “Cavalo de Tróia do P2P”?

reblogado do remixtures.com e Publicado 25 Ago 08

Réplica do Cavalo de Tróia

Uma das novas buzzwords no campo das tecnologias de partilha de ficheiros chama-se P4P (Proactive Network Provider Participation for P2P), uma tecnologia desenvolvida por investigadores da Universidade de Yale e de Washington que muitos ISPs estão a tentar aperfeiçoar de modo a acabar com os congestionamentos das suas infra-estruturas de rede provocados pelos protocolos de P2P que – apesar do crescimento do streaming de vídeo – ainda consomem boa parte da largura de banda disponível.

Como eu referi aqui em Março passado, a vantagem aparente do P4P é que ele faz com que qualquer aplicação de partilha de ficheiros se ligue prioritariamente aos pares situados mais próximos de nós em termos geográficos durante as transferências de dados, em vez do modo semi-aleatório de ligação do BitTorrent via P2P convencional. Como é óbvio, isto representa enorme economias de custos para os fornecedores de acesso à Internet uma vez que o tráfego local é bastante mais barato do que aquele que sai fora da rede.

Depois de um primeiro teste realizado em Fevereiro desde ano organizado pela operadora de telecomunicações norte-americana Verizon e o ISP espanhol Telefónica que registou ganhos de eficiência no P2P de 50 por cento e um aumento médio da velocidade de downloads na ordem dos 60 por cento – tendo mesmo em certos casos sido registados aumentos de 200 por cento -, em Junho voltaram a ser realizados novos testes, desta vez com a participação da Verizon e da Comcast e apesar de não terem sido divulgados quaisquer resultados, parece que a experiência correu tão bem que os investigadores já pensam em realizar uma nova ronda de testes, mas desta vez centrada no streaming de vídeo em tempo real via P2P.

Na semana passada, os investigadores da Universidade de Yale e da Universidade de Washington apresentaram os seus mais recentes resultados sob a forma de um artigo científico onde explicam mais em pormenor o modo de funcionamento desta tecnologia.

À partida, o P4P parece ser uma solução milagrosa para um problema que atormenta muitos ISPs: como lidar com esse devorador de largura de banda chamado BitTorrent? Mas o rol de inconvenientes desta solução começa quando nos damos conta de que ela exige um certo grau de colaboração entre os ISPs e os programadores de P2P de modo a que os primeiros possam comunicar ao cliente de partilha de ficheiros qual o caminho mais rápido para chegar aos conteúdos e manter o tráfego dentro da sua rede, nota Thomas Mennecke da Slyck.

Para tal, cada operador necessita de manter um iTracker, um servidor encarregado de controlar o grau de congestionamento de uma rede e que se encontra directamente ligado ao cliente de P2P sempre que é efectuado um pedido de um ficheiro. É o remédio santo para acabar com todos os congestionamentos. Mas a que custo?

Mais importante do que isso, há quem esteja bastante desconfiado com as verdadeiras intenções do grupo de trabalho e a organização por detrás do P4P, a Associação da Indústria de Computação Distribuída (DCIA). Esta entidade foi criada em 2002 por uma série de fornecedores de acesso à Internet, empresas de desenvolvimento de software P2P, bem como por vários importantes fornecedores de conteúdos como estúdios de Hollywood e produtoras de televisão (Walt Disney, Sony Pictures, AOL Time Warner, Vivendi Universal, Metro-Goldwyn-Mayer, Viacom e News America) com o propósito declarado de encontrar medidas técnicas capazes de limitar o tráfego peer-to-peer não autorizado, como alerta o Ernesto do Torrent Freak.

Segundo ele, as razões para torcer o nariz ao P4P não acabam por aqui. Tendo em conta que os utilizadores do P4P terão mais probabilidades de partilhar com pares locais, enquanto que os utilizadores de P2P convencional partilham com todos, existem motivos suficientes para suspeitar que a tecnologia poderá diminuir a velocidade das transferências de todos os utilizadores que empregarem clientes não compatível ou que estão ligados a ISPs que não suportam o P4P. Na prática, isto compromete gravemente os princípios da neutralidade da rede. Será que o P4P ainda vai acabar por ser o “Cavalo de Tróia” do P2P, a arma secreta dos ISPs para acabar com todas as partilhas de conteúdos não autorizados e criar ambiente seguro, controlado, asséptico e “aceitável”? Para um contra-argumento, leiam a posição do Janko Roettgers no P2P Blog que considera que o P4P pretende ser apenas uma entidade neutral

 

Nota: a imagem que acompanha este artigo está disponível aqui segundo uma licença CC-BY-NC-ND 2.0 e pertence a GoGap.

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Mostra Nacional Live Cinema

Toquei com o media sana sexta passada, tá muito bom o evento.

Mas o que é LIVE CINEMA ?


O nome “LIVE CINEMA” ou “Cinema ao Vivo” foi usado originalmente para classificar uma sessão de cinema silencioso, que tinha a execução de música ao vivo durante a sua apresentação. Mas isso foi no século passado, hoje o termo “LIVE CINEMA” diz respeito à execução simultânea de sons e imagens por artistas visuais que apresentam suas obras ao vivo diante dos espectadores.


São apresentações onde a improvisação e o acaso fazem parte de um processo que resulta na possibilidade de criação e vivência, por parte do público, de uma experiência cinematográfica expandida, agora mais do que nunca, também entendida como sensorial e imersiva.


O que existe em comum nos trabalhos aqui propostos é um deslocamento para além dos parâmetros tradicionais da narrativa cinematográfica, que deixa de ser baseada numa estrutura linear e na reprodução de uma realidade pela câmera, para algo que pode ser entendido como “espaço cinematográfico”, onde o termo “CINEMA” deve ser entendido de uma forma mais abrangente, porque diz respeito à todas as diferentes formas de produção e exibição de imagens em movimento com o objetivo de proporcionar ao público a vivência de uma experiência audiovisual.


Os artistas – que apresentam seus trabalhos na forma de composições audiovisuais, remixes de filmes consagrados e/ou em obras experimentais de investigação conceitual ou de linguagem – não concebem mais uma obra acabada, mas uma possibilidade de articulação de seus elementos em combinações e re-combinações que nunca se repetem, pois acontecem ao vivo e em tempo real. Assim, a obra existe em estado potencial e a sua “execução é uma experiência intransferível porque nunca acontece da mesma maneira”.

“LIVE CINEMA não é cinema e tão pouco é Vjing no sentido de ambientação de imagens num ambiente de música eletrônica. “LIVE CINEMA” não se baseia numa estrutura narrativa linear mas sim numa experiência de criação instantânea de caráter único por se realizar ao vivo onde a manipulação das imagens e sons acontece em tempo real e por contar com presença do público que tem nela um papel ativo e essencial”.

Mia Makela a.k.a SOLU
LIVE CINEMA performer,
Autora da tese: “LIVE CINEMA.
Languages and Elements”.
Helsinki University of Art and Design, 2006.

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China concorrendo na MTV, bora ajudar o cara!!!

Minhas crianças tão crescendo mesmo. China, A jóia rara de casa caiada, está concorrendo no VMB 2008

o cara é a aposta da mtv. Dá uma sacada no clipe…

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Encontro de Educação e Inclusão Digital com Software Livre

Encontro de Educação e Inclusão Digital com Software Livre

Reconhecendo a importância da utilização de Softwares Livres no processo Educacional, seja este popular ou formal, o CESoL-CE apresentará o I Encontro de Educação e Inclusão Digital com Software Livre como forma de viabilizar/potencializar os debates de utilização do Software Livre em projetos sociais e escolas.

Durante o evento, o evento convidará renomados pensadores/cientistas da área para participarem de mesas-redondas e palestras sobre o tema. Porém o evento não ficará restrito a convidados e a comunidade poderá submeter casos/trabalhos através da chamada de trabalhos.

O evento acontecerá todos os dias durante a semana do CESoL com apresentação de aproximadamente 10 palestras, 3 mesas-redondas e algumas oficinas/mini-cursos sobre o tema.

Após o evento, a organização disponibilizará o documento “Diretrizes de Educação e Inclusão Digital com Software Livre” que servirá de base para futuras ações e projetos que tiverem interesse em implementar. Para mais informações, entre em contato com a organização do CESoL pelo e-mail: cesol[at]lia.ufc.br

Tenda de Inclusão Digital

Com o objetivo de gerar debate, conteúdo e criatividade entre os participantes do evento, estaremos disponibilizando computadores conectados à Internet e espaços para debates e oficinas gratuitas durante todo o evento.

A programação da Tenda de Inclusão Digital será feita sob-demanda, ou seja, teremos uma grade inicial montada pelo Projeto Casa Brasil, mas caso algum participante tenha interesse em fazer um debate ou apresentar uma oficina, basta procurar o coordenador/a da tenda e inscrever sua palestra/oficina nos horários disponíveis.

Dessa forma, a organização criará espaços para que os patricipantes tenham uma participação ativa no processo de construção do evento, proporcionando um espaço, além das palestras e mini-cursos oficiais do evento, para debates e oficinas sobre Cultura Digital.

Espaço Educacional

Durante o Encontro a organização também disponibilizará um laboratório com diversos softwares livres educacionais, ambiente que servirá para realização de experiências e troca de idéias. O espaço contará com a presença de um dos coordenadores do projeto Software Livre Educacional, Frederico Guimarães, que atuará como tutor dos interessados em utilizar estes softwares.

O Espaço Educacional pretende ainda ser palco para apresentação de trabalhos na área de Educação e Inclusão Digital. Desta forma, instituições de ensino, pesquisadores, educadores e estudantes estão convidados a trazer material para apresentação durante o encontro, que representa uma excelente oportunidade para a construção de um projeto colaborativo.

Vale ressaltar que, assim como na Tenda de Inclusão Digital, o Espaço Educacional também poderá contar com oficinas sob demanda, ou seja, caso algum participante deseje mostrar um projeto ou software educacional que desenvolveu basta procurar o tutor e agendar.

GELSoL – Grupo de Estudos de Linux e Software Livre

Realização

Organização

Departamento
de Computação da UFC

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