Setembro 4, 2008

Adeus, Série C: Caxias ganha e rebaixa o Santa Cruz

A melhor noticia do ANo!!!!

Caxias vence e mata a matemática do Santa Cruz

O Caxias-RS fez seu dever de casa.

Goleou, por 5×1, o Brasil-RS, e manteve-se vivo na Série C.

O clube grená tem seis pontos e está na terceira colocação do Grupo 24.

O resultado “matou” a matemática do Santa Cruz para permanecer na Série C do próximo ano.

Entre os 32 clubes que estão na disputa da segunda fase, o time coral está na 30ª colocação. À frente apenas do Toledo-PR e Ituano-SP.

Agora, só resta aos tricolores arrumar a casa e pensar no futuro.

Setembro 1, 2008

“Toxic Death Day” - Mash Up of Madonna, Britney & Gwen Stefani

Não resiti e resolvi mandar logo um + foda ainda…

Setembro 1, 2008

Live Mashup - Gnarls Barkley Vs. Beastie Boys

Setembro 1, 2008

Afinal, qual é o lugar da autoria na rede?

http://www.cronopios.com.br/site/internet.asp?id=3490

Por Fábio Oliveira Nunes

Quando a rede Internet torna-se popular no final do século XX –
oriunda da gradual abertura da estrutura descentralizada e militar da
rede americana ARPANet – configura-se um espaço aberto para todos
aqueles que até então estavam distantes do crivo hegemônico. Quer
difundir sua produção? Coloque-a na Internet, oras. Inicialmente, a
rede era propícia apenas para a divulgação de elementos textuais ou
com algumas imagens fixas de baixíssima resolução. Com a expansão da
banda larga aos usuários comuns, a rede tornou-se também o lugar de
todas as demais linguagens contemporâneas passíveis de estarem no
domínio digital, tais como, animações e vídeos com resoluções e
duração cada vez maiores.

No evento Cartografia Web Literária, realizado duas semanas atrás no
SESC Consolação, em São Paulo, com o apoio do site Cronópios, do qual
participei em uma produtiva mesa sobre as interfaces poéticas na web,
entre as questões recorrentes (e não apenas nesta mesa) está um
sentimento de inquietação de uma legião de autores que nasceram sob
uma espécie de limbo tecnológico – uma preocupação existencial que se
esboça a cada texto disposto na rede. O fato é que esse autor se
localiza em uma indeterminação de pensamentos ora contraditórios, ora
conflitantes – entre a necessária divulgação e a necessidade de
inserção em um mercado restrito, entre querer ser reconhecido, mas não
poder publicar na rede seus melhores ou recentes textos sob o risco de
ser sumariamente copiado.

A primeira resposta para o autor de conteúdos divulgados através da
rede é pensar que o maior de todos os valores é a difusão. Como bem
pontua o pensador americano John Perry Barlow em seu célebre e
pioneiro texto – de 1994! – sobre a economia em tempos de rede, Vender
vinho sem garrafas: a informação não pode ser vista pela ótica
simplista da mercadoria já que a informação torna-se mais valiosa à
medida que é difundida, quanto mais acesso, mais valor. Já a
mercadoria, limitada sob o prisma do mercado, ganha valor quando é
cada vez mais desejada, ganha valor na condição de escassez. Com a
rede, os autores caíram em si sobre algo que há muito tempo, a arte
conceitual já tinha encarado: a desmaterialização.

No fundo, antes da rede, nunca se vendeu simplesmente poemas: sempre
se venderam livros, mercadorias fisicamente tangíveis. Mesmo na
questão de direitos de autor, o que se protegia era o livro e não as
idéias, os conceitos ali presentes: estes sempre foram universais e
gratuitos. Mas, com a digitalização, perdemos os continentes e ficaram
apenas os conteúdos: não precisamos como antes do livro, da fita, do
CD ou do DVD, já estão todos trafegando como dados que vão
ricocheteando pelos cafundós do planeta (mesmo que se materializem
eventualmente em algum nó por aí). O que temos são dados que querem
ser lidos, querem se reproduzir e como seres vivos em busca de
oxigênio – contornam-se das ameaças ao seu livre trânsito e emergem.
Os dados são como as idéias. Mas pouquíssimas pessoas ainda entenderam
isso.

As empresas de software lidam com essa desmaterialização e ao mesmo
tempo ainda mantêm estruturas arcaicas de lidar com os problemas de
propriedade intelectual. E mesmo a opinião pública, ainda está muito
aquém: um projeto de um senador brasileiro sobre “segurança na rede
Internet” trouxe a tona a discussão sobre a possibilidade de
considerar crime o uso de programas compartilhadores de redes
Peer-to-Peer (P2P). Os programas P2P conectam computadores a
computadores em diversas redes de compartilhamento de arquivos e podem
promover uma difusão ainda mais democrática do que via WWW (interface
gráfica a qual estamos acostumados via navegador web, que requer um
servidor para suas páginas) – ainda que uma grande parte dos conteúdos
seja discutível.

Quando se coloca a difusão como elemento-chave, aparecem outras
soluções possíveis. No Cartografia Web Literária, se falou um pouco
sobre Copyleft – um substituto a altura da Copyright para a fluidez
que invariavelmente corre nas redes. Trata-se de uma licença que
difere da idéia de domínio público: limita o uso privado e pode
possibilitar modificações e distribuição. Softwares que não limitam
seu código fonte podem ser melhorados por outros programadores. Nesta
ótica, poemas também poderão ser melhorados por outros poetas. A rede
é o espaço para situações de colaboração que vão ser justapostas a uma
velha noção de autor e que, ao mesmo tempo, libertam as idéias da
ditadura da mercadoria, sem qualquer crise existencial.

http://www.cronopios.com.br/site/internet.asp?id=3490


Fabianne Balvedi
GNU/Linux User #286985
http://fabs.tk
“Mas quando eu crescer não dá, porque aí eu
não vou mais gostar de desenhos animados…”
Eu, com 7 anos de idade, argumentando com
meus pais sobre minha urgência em aproveitar
a infância para poder apreciar animações.
Que pequena preconceituosa era eu.

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Lista de Discussão do Estúdio Livre
portal colaborativo  -> http://www.estudiolivre.org/
sobre esta lista -> http://lists.riseup.net/www/info/estudiolivre

Agosto 30, 2008

Os Trapalhões, pra animar o fim de semana…

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Agosto 29, 2008

GUERNICA EM 3D

 Guernica é um painel pintado a óleo com 782 x 351 cm, que Pablo Picasso apresentou em 1937 na Exposição Internacional de Paris.
A tela, em preto e branco, representa o bombardeamento sofrido pela cidade espanhola de Guernica em 26 de abril de 1937 por aviões alemães, atualmente exposta no Museu de Arte Rainha Sofia, em Madrid.
O pintor, que morava em Paris na altura, soube do massacre pelos jornais e pintou as pessoas, animais e edifícios destruídos pela força aérea nazista  tal como os viu na sua imaginação..
Agora uma artista nova-iorquina, Lena Gieseke, que domina as mais modernas técnicas de infografia digital, decidiu propor uma versão 3D da célebre obra e colocá-la na net sob a forma de um vídeo .
O resultado é fascinante e permite-nos visualizar detalhes que de outro modo nos passariam despercebidos. O site oficial do vídeo está em http://www.lena-gieseke.com/guernica/guernica_v03.swf  quando termindar de assistir é só ir em salvar página que ele vai salvar o arquivo .swf do vídeo, em qualidade melhor do que a do youtube que tá aí em baixo.

 

da lista [vjbr]

Agosto 28, 2008

Ativista’s style 1.0 - Quéops Negão e Ruiz

o sapato do ruiz

kéops na “loja delas”

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Agosto 26, 2008

P4P: o “Cavalo de Tróia do P2P”?

reblogado do remixtures.com e Publicado 25 Ago 08

Réplica do Cavalo de Tróia

Uma das novas buzzwords no campo das tecnologias de partilha de ficheiros chama-se P4P (Proactive Network Provider Participation for P2P), uma tecnologia desenvolvida por investigadores da Universidade de Yale e de Washington que muitos ISPs estão a tentar aperfeiçoar de modo a acabar com os congestionamentos das suas infra-estruturas de rede provocados pelos protocolos de P2P que - apesar do crescimento do streaming de vídeo - ainda consomem boa parte da largura de banda disponível.

Como eu referi aqui em Março passado, a vantagem aparente do P4P é que ele faz com que qualquer aplicação de partilha de ficheiros se ligue prioritariamente aos pares situados mais próximos de nós em termos geográficos durante as transferências de dados, em vez do modo semi-aleatório de ligação do BitTorrent via P2P convencional. Como é óbvio, isto representa enorme economias de custos para os fornecedores de acesso à Internet uma vez que o tráfego local é bastante mais barato do que aquele que sai fora da rede.

Depois de um primeiro teste realizado em Fevereiro desde ano organizado pela operadora de telecomunicações norte-americana Verizon e o ISP espanhol Telefónica que registou ganhos de eficiência no P2P de 50 por cento e um aumento médio da velocidade de downloads na ordem dos 60 por cento - tendo mesmo em certos casos sido registados aumentos de 200 por cento -, em Junho voltaram a ser realizados novos testes, desta vez com a participação da Verizon e da Comcast e apesar de não terem sido divulgados quaisquer resultados, parece que a experiência correu tão bem que os investigadores já pensam em realizar uma nova ronda de testes, mas desta vez centrada no streaming de vídeo em tempo real via P2P.

Na semana passada, os investigadores da Universidade de Yale e da Universidade de Washington apresentaram os seus mais recentes resultados sob a forma de um artigo científico onde explicam mais em pormenor o modo de funcionamento desta tecnologia.

À partida, o P4P parece ser uma solução milagrosa para um problema que atormenta muitos ISPs: como lidar com esse devorador de largura de banda chamado BitTorrent? Mas o rol de inconvenientes desta solução começa quando nos damos conta de que ela exige um certo grau de colaboração entre os ISPs e os programadores de P2P de modo a que os primeiros possam comunicar ao cliente de partilha de ficheiros qual o caminho mais rápido para chegar aos conteúdos e manter o tráfego dentro da sua rede, nota Thomas Mennecke da Slyck.

Para tal, cada operador necessita de manter um iTracker, um servidor encarregado de controlar o grau de congestionamento de uma rede e que se encontra directamente ligado ao cliente de P2P sempre que é efectuado um pedido de um ficheiro. É o remédio santo para acabar com todos os congestionamentos. Mas a que custo?

Mais importante do que isso, há quem esteja bastante desconfiado com as verdadeiras intenções do grupo de trabalho e a organização por detrás do P4P, a Associação da Indústria de Computação Distribuída (DCIA). Esta entidade foi criada em 2002 por uma série de fornecedores de acesso à Internet, empresas de desenvolvimento de software P2P, bem como por vários importantes fornecedores de conteúdos como estúdios de Hollywood e produtoras de televisão (Walt Disney, Sony Pictures, AOL Time Warner, Vivendi Universal, Metro-Goldwyn-Mayer, Viacom e News America) com o propósito declarado de encontrar medidas técnicas capazes de limitar o tráfego peer-to-peer não autorizado, como alerta o Ernesto do Torrent Freak.

Segundo ele, as razões para torcer o nariz ao P4P não acabam por aqui. Tendo em conta que os utilizadores do P4P terão mais probabilidades de partilhar com pares locais, enquanto que os utilizadores de P2P convencional partilham com todos, existem motivos suficientes para suspeitar que a tecnologia poderá diminuir a velocidade das transferências de todos os utilizadores que empregarem clientes não compatível ou que estão ligados a ISPs que não suportam o P4P. Na prática, isto compromete gravemente os princípios da neutralidade da rede. Será que o P4P ainda vai acabar por ser o “Cavalo de Tróia” do P2P, a arma secreta dos ISPs para acabar com todas as partilhas de conteúdos não autorizados e criar ambiente seguro, controlado, asséptico e “aceitável”? Para um contra-argumento, leiam a posição do Janko Roettgers no P2P Blog que considera que o P4P pretende ser apenas uma entidade neutral

 

Nota: a imagem que acompanha este artigo está disponível aqui segundo uma licença CC-BY-NC-ND 2.0 e pertence a GoGap.

Agosto 20, 2008

Mostra Nacional Live Cinema

Toquei com o media sana sexta passada, tá muito bom o evento.

Mas o que é LIVE CINEMA ?


O nome “LIVE CINEMA” ou “Cinema ao Vivo” foi usado originalmente para classificar uma sessão de cinema silencioso, que tinha a execução de música ao vivo durante a sua apresentação. Mas isso foi no século passado, hoje o termo “LIVE CINEMA” diz respeito à execução simultânea de sons e imagens por artistas visuais que apresentam suas obras ao vivo diante dos espectadores.


São apresentações onde a improvisação e o acaso fazem parte de um processo que resulta na possibilidade de criação e vivência, por parte do público, de uma experiência cinematográfica expandida, agora mais do que nunca, também entendida como sensorial e imersiva.


O que existe em comum nos trabalhos aqui propostos é um deslocamento para além dos parâmetros tradicionais da narrativa cinematográfica, que deixa de ser baseada numa estrutura linear e na reprodução de uma realidade pela câmera, para algo que pode ser entendido como “espaço cinematográfico”, onde o termo “CINEMA” deve ser entendido de uma forma mais abrangente, porque diz respeito à todas as diferentes formas de produção e exibição de imagens em movimento com o objetivo de proporcionar ao público a vivência de uma experiência audiovisual.


Os artistas - que apresentam seus trabalhos na forma de composições audiovisuais, remixes de filmes consagrados e/ou em obras experimentais de investigação conceitual ou de linguagem - não concebem mais uma obra acabada, mas uma possibilidade de articulação de seus elementos em combinações e re-combinações que nunca se repetem, pois acontecem ao vivo e em tempo real. Assim, a obra existe em estado potencial e a sua “execução é uma experiência intransferível porque nunca acontece da mesma maneira”.

“LIVE CINEMA não é cinema e tão pouco é Vjing no sentido de ambientação de imagens num ambiente de música eletrônica. “LIVE CINEMA” não se baseia numa estrutura narrativa linear mas sim numa experiência de criação instantânea de caráter único por se realizar ao vivo onde a manipulação das imagens e sons acontece em tempo real e por contar com presença do público que tem nela um papel ativo e essencial”.

Mia Makela a.k.a SOLU
LIVE CINEMA performer,
Autora da tese: “LIVE CINEMA.
Languages and Elements”.
Helsinki University of Art and Design, 2006.

Agosto 19, 2008

China concorrendo na MTV, bora ajudar o cara!!!

Minhas crianças tão crescendo mesmo. China, A jóia rara de casa caiada, está concorrendo no VMB 2008

o cara é a aposta da mtv. Dá uma sacada no clipe…